O dente incisivo da alma. O derradeiro beijo enquanto o mundo desaba em pó. Sandes de bússola e o escarro no espelho. Metamorfose de peles nuas no ventre de uma manta infinita. O rumor da lareira do sonho. Erguermo-nos sem máscaras, sem medo de olhos alheios. O confiscar da navalha enferrujada da vergonha. O multicolorido musgo de sobreiros milenares. A nódoa de mel na toalha. O exorcismo de quotidianos carrascos. Um diagrama de Feynman colorido por uma criança.